Acessos
Os acessos devem ser discretos/dissimulados da vista dos moradores locais. Invisíveis aos satélites/drones e radares.
Os acessos devem ser discretos/dissimulados da vista dos moradores locais. Invisíveis aos satélites/drones e radares.
Estando totalmente confinado, é primordial o armazenamento de alimentos, água, materiais de higiene, etc, pois estes irão contribuir para a sua sobrevivência em situações de crise.
Kit de primeiros socorros a serem usados em caso de lesões ou problemas de saúde.
Para lutar contra a sensação de confinamento, jogos e atividades irão ajudá-lo a manter uma relativa normalidade.
Instalação sistema de filtragem de ar para protegê-lo de armas químicas e biológicas durante o período de crise. O ar sera purificado por meio de sistemas autónomos
A água em contacto com o ambiente externo pode ser contaminada em tempos de crise. O bunker dispõe dos meios necessários para poder beneficiar durante o período de crise.
A instalação de vários sistemas de produção de energia em modo autónomo é primordial, em caso de corte da rede pública no período de crise.
Cada bunker é desenvolvido sob medida de acordo com os seus gostos e necessidades. Equipamentos modernos e confortáveis irão lhe proporcionar serenidade no período de crise.
Perante as múltiplas instabilidades internacionais, a população europeia, na sua maioria, não está preparada para um conflito nuclear, biológico ou um incidente inabitual em grande escala.
São muitos escassos os abrigos construídos a nível privado ou pela proteção civil, pois a construção de Bunkers antinucleares, em Portugal e na maioria da Europa, não está legislada, representando uma lacuna ao nível da proteção nuclear para as populações. Até à data não temos conhecimento de legislação aplicável exceto a géneros alimentícios, água, tecnologia de imagem e diagnóstico e instalações nucleares.
Conclui-se que, a taxa de proteção na maioria dos Países Europeus é de 0%, ao contrário da Suíça, Suécia, Finlândia e Israel onde a taxa de proteção nestes países é de 100% ou próximo.
Na Europa existem 127 reatores nucleares ativos, que estão espalhados por 14 países na zona comunitária. Apenas na França, existem 58 reatores ativos. Vale salientar que, segundo dados de maio de 2019 da Associação Nuclear Mundial, existem 447 reatores nucleares ativos no mundo, dispersos em 30 países. Para além disso, algumas das centrais nucleares já apresentam alguma degradação natural, tendo em conta as suas datas de construção (1956 a mais antiga).
As mudanças climáticas são notórias, o ano de 2023 foi o mais quente já registado, e a temperatura global aproximou-se, como nunca, do marco de 1,5°C acima dos níveis pré Revolução Industrial, segundo a Agência Climática da União Europeia.
Registaram-se desastres naturais de grande amplitude, tais como: enchentes, deslizamentos, tempestades, tornados, secas, ondas de calor, incêndios, terramotos, atividade vulcânica, etc.… Resultando na destruição parcial de Aldeias e Cidades, desalojamento de comunidades e inúmeras vítimas.
Cabe aos governos e autoridades competentes zelar pela segurança da população, quer através de sensibilização para mudança de comportamentos, quer na prevenção por meio de infraestruturas (bunkers) capazes de suportar eventuais catástrofes naturais em grande escala.
Um excelente exemplo é a Confederação Suíça, que desde 1962, tornou obrigatório o licenciamento para construção e acesso a Infraestruturas de segurança (bunkers) tanto públicas como particulares, tendo hoje uma cobertura da sua população a 107%.
A grande maioria da população pensa que a construção de um bunker está relacionada ao medo de um acidente nuclear ou bomba atômica, que no seu imaginário nunca irá acontecer. As ameaças da Rússia, em 2022, e respectivas menções a armas Nucleares, bem como o conflito no Médio Oriente, onde o Irão também ameaça rever a sua doutrina nuclear, demonstram que existe um risco permanente e real.